segunda-feira, 28 de agosto de 2023

CANCELANDO A MONOTONIA

Eu me chamo Alana, tenho 32 anos. Sou poliglota, trabalho para empresas estrangeiras. Tenho 1,90, negra, cabelos ondulados, corpo bem malhado, bumbum bem grande e gostoso.
 Os fatos que colocarei em ordem se trata sobre os casos extraconjugais que estive envolvida, em outras palavras, os chifres que coloquei no corno do meu marido, antes de chutar o balde. Nunca pensei em chifrar meu marido, muitas vezes chamei ele para frequentar casas de swing, contratar garotas de programa para fazer um mènage, porém ele sempre negou!
  São dois casos ocorridos. As minhas traições aconteceram em dias  específicos,locais distintos e com pessoas diferentes! 

O primeiro caso: ocorreu em um dia em que eu estava de férias e meu marido trabalhando. Era uma manhã normal como qualquer outra:  acordava de manhã cedo,  fazia minha higiene pessoal,fazia o café da manhã para Washington, meu esposo,entretanto, dessa vez eu não iria trabalhar em home office. O horário de serviço dele era das 8:30 até as 20:00!
Se passaram algumas poucas horas desde que ele havia saído. O dia estava quente, logo, decidi que iria ir em um clube, dar um mergulho, também, mandei mensagem para uma amiga, Sarah, ela aceitou o convite, passei de carro na casa dela e na sequência fomos para o clube!
O clube tinha vários homens, pouquíssimas mulheres, e vale enfatizar que eu e minha amiga eram as únicas que chamavam a atenção dos caras que lá estavam. Minha amiga Sarah uma mulher de pele claro, cabelos longos, bem  gostosa, de 1;85 de altura, bunda bem definida, estava de fio dental e um biquíni que valorizava seus deliciosos seios, eu também usava o mesmo modelo de traje de banho.

Depois de passa um bom tempo na piscina, fomos ao bar do clube uma garrafa de vinho, o garçom veio nos servir, e a partir de então nos duas ficamos conversando enquanto bebíamos! O assunto principal era: sexo!
Eu confessei para ela que Washington não estava me satisfazendo como antes, não tinha interesse algum em relaizar meus fetiches e fantasias!
Ela me respondeu, '' Se eu fosse você já tinha liberado para outros. Deve ser muito frustrante  uma gostosa como você conviver com um cara broxa".
'' Com certeza'', concordei com ela. 
Continuamos conversando. durante nosso diálogo, percebemos que um cara na borda da piscina olhava  insistentemente para minha coxas. Ele não parava de me olhar por um segundo!
'' Não perde tempo amigo, vai!'', disse ela.
Deixei Sarah na mesa, dei um mergulho na piscina e fui nadando até a borda do outro lado. Antes que eu tentasse puchar conversa com o cara, ele me fez elogios, dizendo que era uma excelente mergulhadora, sorrindo para ele, agradeci. A partir desse momento em diante começamos a conversar, ele tinha uma boa lábia, era daqueles homens que conseguem entrar na mente de uma mulher e prender a atenção dela, notei que durante a conversa ele não tirava seus olhos dos meus peitos. 
Depois de 5 minutos de conversa eu já estava morrendo de tesão, ele era bonito, aparentava ser da mesma altura que a minha,  ele tinha braços e tórax bem definidos.
Após perceber que eu estava dando bastante intimidade, ele me contou que sua mulher não  e  que ele não transava com ela a 2 meses, estava só na punheta.
'' Eu estou morrendo de vontade de dá , o broxa do meu marido é um inútil que não me come direito'', falei, com a boca quase que salivando de tanto tesão!
'' Eu adoraria comer você, sua gostosa, desde que chegou não paro de olhar para você. Se quiser vamos para  sua casa, ou para um hotel, eu pago.''

Naquele momento percebi que não tinha mais volta, eu iria trepar com aquele cara.  Disse para ele que iria levar minha amiga para sua casa,  ele me passou seu  numero do wzap, combinamos dele  passar na minha casa e me pegar. Enquanto levava Sarah de volta para casa, contei tudinho para ela, ela adorou saber da notícia e falou que depois queria saber de tudo.
Passei em casa, tomei um banho, passei creme, perfumes, coloquei um roupa bem sensual e em seguida liguei para o comedor vim me buscar de carro.  Fomos para um hotel 5 estrelas. Entramos no quarto, ele ja entrou no quarto tirando o sapato, arremesso sua camisa para me jogou na cama, arrancou o vestido do meu corpo e logo em seguida começou a me chupar  do pescoço até a virilha. Bastante excitada, tirei o cinto dele, e, repentinamente, vejo o pau dele disparar apos a calça cair no chão! Fiz um boquete naquela  rola gostosa como se não houvesse o amanhã, molhei as bolas dele com minha saliva, fui chupando e lambendo tudo, igual uma boqueteira profissional. Depois de tanto chupar seu cacete, ele tirou o pau da minha boca, chupou minha buceta até eu gozar bem gostoso na boca dele, na sequência, começou a meter a rola muita força na minha bucetinha. '' Isso caralho,soca seu gostoso, mete com força na minha buceta, me faz de puta,seu macho safado'', disse eu. 
'' Piranha safada, vou arregaçar essa buceta gostosa, vou fazer o que aquele corno babaca não faz'', falou ele, cheio de tesão. 
''Humilha aquele corno brocha, arrebenta minha bucetinha seu filho da puta'', respondi com a voz tremendo devido o meu orgasmo.
Eu trepava e rebolava no caralho dele, ele mamava meus peitos enquanto estava com seus braços entrelaçados em meu pescoço. Ele metia com tanta intensidade que eu acabei gozando no cacete, ele ficou tão excitado que também esguichou uma bela gozada na minha buceta. Antes dele começar a meter no meu cú, ele chupou minha vagina que já estava bem molhadinha, eu também mamei a piroca dele, lambuzei com vontade. Ele em cima de mim e eu por baixo dele, ambos fazendo sexo oral no outro. Inesperadamente, gozei outra vez na boca do meu comedor, minha buceta estava tão melada quanto um favo de mel. 
'' Vai seu cachorro, arregaça minha raba'', falei, e logo depois empinei para ele fuder  minha bunda.
Algumas horas  depois de tanto levar  pancada no cú, ele me avisou que estava prestes a ejacular  novamente, falei para ele gozar na minha boca. Ele retirou a vara do meu cuzinho, eu me ajoelhei no chão e ele foi se masturbando  até encher minha boca de porra. Eu me levantei  e logo após  ele me agarrou bem forte e deu  inicio á um prolongado beijo de língua, chupando minha boca cheia de porra.
Fomos para o box tomar banho juntos, lá dentro á gente continuou se agarrando, estregando os corpos nú um no outro! Já era noite quando saímos do hotel, por volta das 19:00, ele me deixou na porta de casa. Despedi dele com um beijo bem gostoso, enquanto eu o beijava, minha mão apertava  o pau dele que estava bem duro.  Falei para ele que amanhã eu queria trepar  de novo ,e, claro, o comedor consentiu. A rua estava vazia, ninguém testemunhou nada, abri o portão da garagem e entrei em casa como se nada tivesse acontecido. O cornudo ainda não havia  chegado em casa, quando chegou, ele fez a mesma coisa de sempre: tomou banho,foi jantar, assistiu  alguma coisa na televisão e depois foi dormir!
Enfim, essa noite eu dormi em profunda paz , relaxamento e com plena satisfação. Fazia bastante tempo que eu não trepava gostoso e não gozava, esse dia eu tinha dado um fim na minha insatisfação, além do meu amante ser sarado e bem mais gostoso do que meu marido, ele também tinha uma rola bem maior assim como me fudeu  mil vezes melhor do que meu esposo quando ele ainda me comia. No dia posterior,o chifrudo saiu para trabalhar, logo após ele sair eu  liguei para o safado vim me buscar de carro e me levar para a suíte de luxo,para que ele pudesse passar o dia inteiro me comendo novamente! 
O replay foi incrível!

A partir de agora, vou narrar como aconteceu a relação sexual com a segunda pessoa com quem eu tive um caso extraconjugal. Tudo aconteceu 1 mês depois do primeiro chifre. 
Então, um dia antes de acontecer, eu havia  dormido no hotel  com o  meu amante, aquele do clube. Menti pro corno do meu marido, falei que iria dormir na casa da minha amiga, ele, nem se importou, assim como das outras tantas vezes que menti que iria sair ou dormir na casa da amiga, Sara já sabia de tudo, logo, ela estava encarregada de confirmar toda história, caso meu esposo lhe indagasse. Entretanto, o chifrudo não estava se importando nem um pouco para onde eu ia ou com quem estava. Simulei ter chamado o uber, quando na verdade tinha apenas mandado uma mensagem para meu macho vim me pegar. Em seguida,  nos direcionamos para uma casa de swing , onde realizamos minhas fetiches,  passamos o resto da noite em  um motel, ambos os locais se localizavam do outro lado da cidade, bem longe de casa. Dormimos juntos. No outro dia, ele me deixou em casa, horas depois eu peguei meu carro e fui para a academia. 
De short curto e cropped, eu fazia meus exercícios, de repente, vejo uma novata chegando na academia. Por mero acaso, ela veio usar um aparelho ao lado do qual eu estava treinando.
A mulher era loira, magra, alta, seios médios e tinha uma bunda bem grande e chamativa, que deixava qualquer um babando. Ela olhou para mim me deu um oi e eu retribui com um sorriso. Após terminar meu treino, ela deu início a tentativas de conversas comigo, como quem estava tentando se aproximar de um desconhecido! Ela falava bem, conversava dando risos e sorrisos que de certa forma  me fazia prestar a atenção em tudo em que ele me dizia, como também me induzia interagir no diálogo. 
No final do bate papo,ela se aproximou bem pertinho de mim, colocou as mãos no meu ombro e falou descaradamente:
''você está afim de me acompanhar até meu apartamento?''
''Sim'', respondi, já sabendo do que se tratava.
Ela foi no carro dela e eu no meu. Estacionamos nossos veículos no estacionamento, pegamos o elevador para chegar até o apartamento dela. Ainda no elevador, começamos a pegação, beijos de língua e tapas nas bundas.
Quando o elevador chegou no último andar, ela pegou na minha mão e colou o braço em volta do meu pescoço, como se ela fosse minha namorada!
Já dentro do apartamento, tiramos as roupas e seguimos ao banheiro para  tomar banho juntas. 
Ah, aquilo foi uma delícia! Nossos  corpos molhados grudados um  ao  outro fazia com que meu peitos ficassem bem durinhos de tanto tesão, falando de peitos:ela os chupava e os  mordia com bastante vontade, enquanto isso eu metia meus dedos no cuzinho e na bucetinha dela. 
Saímos do banho, pegamos toalhas e secamos nossos corpos, após isso, começamos fazer aquilo que tanto queríamos fazer: fuder.
Eu me deitei na cama, arreganhei as pernas e ela encaixou sua bucetinha em cima da minha e deu início na sequência do esfrega-esfrega bem gostoso. Ela estava transando com bastante vontade, o tesão dela era tão grande que fazia ela rosnar igual uma leoa enfurecido. 
'' Vai sua vagabunda gostosa, me fode  gostoso sua safada'', gritei.
'' Filha da puta gostosa, vou te arregaçar todinha'', falou, em seguida pulou no meu pescoço e começou a chupar. Enquanto as vaginas molhadas estavam grudadas e o cabelo dela cobria meu rosto, ela me lambuza com  uma intensidade bem maliciosa, estava possuída e dominada pelo orgasmo, isso a fazia chupar minha carne de maneira impetuosa. A mulher parecia uma vampira sedenta de sangue, rugia como uma fera indomável, rosnava muito enquanto deliciava do meu pescoço, parecia um felina faminta que estava devorando a carne de sua presa abatida!
Continuamos  a foda, trocamos de posição, dessa vez eu por cima e ela por baixo. Eu fazia movimentos incríveis ao passo que ela  segurava minhas nádegas com as duas mãos, mãos que  davam tapas e mais tapas bem fortes!
'' Bati sua piranha, que eu to gozando, vai, isso, aii ,vagabunda''.
'' Eu também, ai caralho', gritou
Gemendo bastante, eu soltei um squirting em cima da buceta da mulher, poucos segundo depois ela também gozou em mim, gemendo muito alto também. 
Com o lençol todo molhado, eu me deitei em cima dela e mamei a buceta dela, enquanto ela degustava meu rabo. Ficamos horas e  horas mamando, dando dedas, usamos rola de borracha, vibrador, gozamos variadas vezes. O clima estava tão gostoso que nesse dia nem voltei para casa, decidi passar a noite com ela.
Como se fossemos namoradas, dormimos agarradinhas, abraçadas e peladas.
Ela me fazia carícias de um jeito que o corno do meu marido nunca havia feito!

Pouco tempo depois de transar com Larissa, larguei o babaca do meu marido, comecei liberar a buceta para um personal trainer e fui morar com ele. Diferente do corno babaca, o personal realizava meus fetiches, inclusive o de me levar para a casa de swing.  Eu  ficava quatro dias transando com ele e os outros três com a loira.
Então, meu tédio, minha insatisfação havia acabado.
Enfim, eu encontrei a liberdade e me tornei uma mulher empoderada, dona de mim mesmo.
Seria uma tola caso desperdiçasse a oportunidade de viver liberta!








 

domingo, 13 de agosto de 2023

FUGITIVOS ( SEGUNDA VERSÃO)

Meu nome é Bryan, tenho 22 anos. Embora eu seja uma pessoa que passe a maior parte do tempo estudando, lendo livros e artigos eu também sou obcecado em realizar fetiches sexuais. A história que vou contar, aconteceu alguns anos atrás comigo e com Victória, uma modelo e garota de programa de quem  eu sou um devoto cliente desde os meus 18 anos  até os dias atuais. Uma das melhores prostitutas que eu já conheci.

Naquela noite, era um feriado de um dia de sábado, eu estava sozinho em casa, meus familiares estavam em viagem. Estava quase na hora de  sair, eu havia marcado um programa com Victória… Todos os programas que eu fazia e faço com ela, é sem camisinha, mediante a exames e o preço dela é bem elevado; eu sempre paguei com bastante prazer.

 Mandei uma mensagem para ela, lhe indagando se eu já podia lhe encontrar!

Inesperadamente, depois de uns 10 minutos olhando para a tela do celular aberto no WhatsApp, vejo a seta da mensagem ficando azul! Ela havia  visualizado minha mensagem, e em seguida me enviou um  áudio alegando estar me esperando na praça  que se localizava  uns dois quarteirões de sua casa. A noite estava muito fria, céu nublado e com intensas rajadas de vento, sendo assim, coloquei uma jaqueta, luvas e botas, sai do meu quarto, fui em direção á sala, peguei minhas chaves penduradas na parede, e nesse instante, chega uma notificação no meu celular, a primeira vista pensara eu que fosse ela, porém era a notificação de um novo episódio de um ‘podcast’ que eu ouço. Conectei meu fone bluetooth no celular e coloquei o episódio para tocar. O título do episódio era: '' Evasão dos maníacos''. A questão se tratava de 4 criminosos que escaparam de uma prisão, os crimes deles iam de estupros até chacinas! Enquanto escutava, abri minha garagem, coloquei  diesel no tanque do carro, e na sequência  dirigi ao local em que encontraria Victória!


Após pouco tempo dirigindo, chego a praça e encontro  ela sentada no banco, me aguardando, como combinado. Ao se dar conta de que eu havia chegado, ela se levanta e vem em direção ao carro, abro a porta, ela entra.
Ambos estávamos com os nervos á flor da pele, eufóricos e com bastante tesão, portanto, decidimos  pegar um atalho para chegarmos  rapidamente ao local em que praticar˜íamos nossos  atos sexuais!
Bem antes do carro afastar de perto da praça, ela começou a se despir de todas as suas roupas de frio e calçados, nessas alturas do campeonato minha rola estava bem dura, o clima estava perversamente saliente, de modo que eu já estava tendo pré–ejaculação, todo lubrificado. Assim que eu paro o carro no estacionamento do sanatório que havia sido isolado, eu começo a tirar minhas roupas, com a ajuda da safada, logo em seguida fomos freneticamente para o assento traseiro que comportava ate 7  pessoas! Enquanto aquela mulher, de longos cabelos mamava minha rola, eu estimulava o clitóris dela. Deitado no banco, eu chupava sua bunda, enquanto ela continuava o sexo oral. O cheiro dela era suave e agradável. Ambos trocamos sexo oral, foi bastante excitante lamber suas partes  enquanto recebia o cheiro perfumado de seu corpo, aquele aroma  de sabonete de morango me excitava a cada respirada. Minha língua passou desde os seios até as enormes coxas de ébano, bem definidas e malhadas daquela mulher gostosa.
Durante o ato ela me sugere que eu goze antes de começar a penetra-lá.  Antes de fazer isso, coloquei ela de quatro, passei com bastante vontade a cabeça do meu pau e minhas bolas no centro do rabo gostoso dela, e de repente, peço ela para se ajoelhar no assoalho, eu coloco meu pênis entre seus deliciosos seios, ela vai me estimulando, estimulando, até eu ejacular ferozmente… A cena mais linda que já presenciei foi minha porra escorrendo pelos fartos seios daquela mulher. O líquido da ejaculação descia pelas mamas, se misturava entre a pele bronzeada.


 Em seguida, ela senta com a buceta na minha vara, e começamos a fuder. Fizemos várias posições.  Ficamos mais de duas horas transando a luz do teto  do carro até eu gozar novamente nela.
Ela gemia bastante enquanto eu batia com minha vara na buceta carnuda.  A parte mais gostosa foi quando ela gozou, no instante em que eu metia com força no  dela!
Eu terminei o sexo enchendo a buceta de porra. Ela me confessou que se orgulhava tremendamente de ter passado aquelas horas  sendo fudida,  por um cacete de  23 centímetros, de ter se entregado em meus braços torneados. Era uma honra, como ela me disse, poder ir embora para casa com minha porra molhando sua calcinha.  Puta gostosa!
Após o término, ainda no banco traseiro, colocamos nossas roupas, conversamos por algum tempo, e depois disso decidimos ir embora.
No entanto, quando começo a dirigir para sair do lugar, eu e Victória escutamos alto gritos vindos de fora do estacionamento!

Não tínhamos a mínima ideia do que estava acontecendo, entretanto, peguei meu revólver e munições no porta-luvas, amarrei com fita a lanterna em cima do cano da arma! Surpreendentemente, ela  também tirou uma arma de dentro de sua bolsa, em seguida corremos para em direção da saída do estacionamento. Os gritos ficavam cada vez mais altos a medida que nos aproximávamos.
 Assim que chegamos na saída do estacionamento,  a mutos metros de distância, vemos a mulher e 4 homens perto de um carro que estava parado na porta da entrada principal do edifício. Lembrei me do ‘podcast’ que havia noticiado acerca dos quatro fugitivos. Era os presos que haviam escapado da prisão. Aquele carro, lógico, era roubado, sobretudo não sabíamos se era daquela mulher que estava nua e ensaguentada. Um dos criminosos estava segurando uma lanterna apontada para o corpo da vítima,  isso nos permitiu ver que ela  estava bastante ensaguentada. Eles haviam sequestrado ela, trouxeram  até o sanatório, estupraram e agrediram durante muito tempo.

Antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, um  dos infelizes sacou um revólver e disparou dois tiros na cabeça dela!
Aquela cena, nos deixou muito indignados e revoltosos. Não dava tempo de chamar a polícia, e, eles iriam fazer mais vítimas! Pedi a Victória  que me desse seu revólver, sem relutância, ela me entregou. Com às duas armas em mãos, eu abri fogo contra o grupo, um  havia tentado correr pela floresta, mas eu consegui abate-lo entre as árvores! Victória ficou em pânico por consequência daquele cenário caótico! Eu a acalmei e disse para ela ficar tranquila, argumentei para ela que são menos 4 estupradores  no mundo e isso já fazia diferença para muitas pessoa! Eles estupraram e assassinaram uma mulher inocente, como também já cometeram tantas outras atrocidades que fiquei sabendo por intermédio ‘podcast’.

Eu não queria que nossa imagem fosse manchada. Entramos no carro e em seguida nos deslocamos até 6 quadras de distância. Parei meu carro em um lugar estratégico, cobri o rosto com o capuz, coloquei minhas luvas e  andei alguns metros até chegar em uma cabine telefônica.  La dentro liguei para a polícia, expliquei detalhe por detalhe absolutamente tudo que havia acorrido no sanatório abandonado. O policial que me atendeu parecia estar satisfeito com a notícia de que os fugitivos estavam mortos, notei uma satisfação quando ele me disse''ok, tenha uma ótima noite''. Coloquei o telefone no gancho, me retirei da cabine…
Enfim, estava começando a cair os primeiro flocos de neve  enquanto andava até meu carro. O silêncio e o vento frio era as únicas coisas que ocupavam o espaço, não havia ninguém pelas ruas que pudesse testemunhar minha presença na cabine.  Câmeras? Com certeza alguma do posto de gasolina havia me filmado entrando e saindo da cabine, porém o capuz dificultava minha identificação e sobretudo, a polícia não se preocupou em investigar quem matara os criminosos.
Assim que entrei no carro, pisei fundo no acelerador e desaparecemos no meio da chuva de neve! Levei Victória, me despedi dela e também fui para minha residência!
Depois desse episódio, ambos jamais voltamos no local dos eventos. Seguimos nossas vidas normalmente. Até hoje eu continuo realizando meus fetiches sexuais  com várias mulheres e/ou prostitutas em lugares isolados, como: praias, ilhas, florestas. Minha vida sexual dispensa comentários!

CANCELANDO A MONOTONIA

Eu me chamo Alana, tenho 32 anos. Sou poliglota, trabalho para empresas estrangeiras. Tenho 1,90, negra, cabelos ondulados, corpo bem malhad...