Black Space
Minha intenção é desenvolver conteúdos de diversas categorias nesse blog, entretanto irei começar postando apenas contos de horror, thriller psicológico e eróticos! Já aviso de antemão que a base de inspiração para minhas fanfics são séries e filmes como: Slasher, Bates Motel,P2 sem saída, Jogos Mortais, Panico na floresta. Farei uma prospecção! De início, minha preocupação é realizar uma seleção natural dos leitores, leitores interessados nos temas que eu farei alusão. Se divirtam.
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
CANCELANDO A MONOTONIA
domingo, 13 de agosto de 2023
FUGITIVOS ( SEGUNDA VERSÃO)
Meu nome é Bryan, tenho 22 anos. Embora eu seja uma pessoa que passe a maior parte do tempo estudando, lendo livros e artigos eu também sou obcecado em realizar fetiches sexuais. A história que vou contar, aconteceu alguns anos atrás comigo e com Victória, uma modelo e garota de programa de quem eu sou um devoto cliente desde os meus 18 anos até os dias atuais. Uma das melhores prostitutas que eu já conheci.
Naquela noite, era um feriado de um dia de sábado, eu estava sozinho em casa, meus familiares estavam em viagem. Estava quase na hora de sair, eu havia marcado um programa com Victória… Todos os programas que eu fazia e faço com ela, é sem camisinha, mediante a exames e o preço dela é bem elevado; eu sempre paguei com bastante prazer.
Mandei uma mensagem para ela, lhe indagando se eu já podia lhe encontrar!
Inesperadamente, depois de uns 10 minutos olhando para a tela do celular aberto no WhatsApp, vejo a seta da mensagem ficando azul! Ela havia visualizado minha mensagem, e em seguida me enviou um áudio alegando estar me esperando na praça que se localizava uns dois quarteirões de sua casa. A noite estava muito fria, céu nublado e com intensas rajadas de vento, sendo assim, coloquei uma jaqueta, luvas e botas, sai do meu quarto, fui em direção á sala, peguei minhas chaves penduradas na parede, e nesse instante, chega uma notificação no meu celular, a primeira vista pensara eu que fosse ela, porém era a notificação de um novo episódio de um ‘podcast’ que eu ouço. Conectei meu fone bluetooth no celular e coloquei o episódio para tocar. O título do episódio era: '' Evasão dos maníacos''. A questão se tratava de 4 criminosos que escaparam de uma prisão, os crimes deles iam de estupros até chacinas! Enquanto escutava, abri minha garagem, coloquei diesel no tanque do carro, e na sequência dirigi ao local em que encontraria Victória!
Após pouco tempo dirigindo, chego a praça e encontro ela sentada no banco, me aguardando, como combinado. Ao se dar conta de que eu havia chegado, ela se levanta e vem em direção ao carro, abro a porta, ela entra.
Ambos estávamos com os nervos á flor da pele, eufóricos e com bastante tesão, portanto, decidimos pegar um atalho para chegarmos rapidamente ao local em que praticar˜íamos nossos atos sexuais!
Bem antes do carro afastar de perto da praça, ela começou a se despir de todas as suas roupas de frio e calçados, nessas alturas do campeonato minha rola estava bem dura, o clima estava perversamente saliente, de modo que eu já estava tendo pré–ejaculação, todo lubrificado. Assim que eu paro o carro no estacionamento do sanatório que havia sido isolado, eu começo a tirar minhas roupas, com a ajuda da safada, logo em seguida fomos freneticamente para o assento traseiro que comportava ate 7 pessoas! Enquanto aquela mulher, de longos cabelos mamava minha rola, eu estimulava o clitóris dela. Deitado no banco, eu chupava sua bunda, enquanto ela continuava o sexo oral. O cheiro dela era suave e agradável. Ambos trocamos sexo oral, foi bastante excitante lamber suas partes enquanto recebia o cheiro perfumado de seu corpo, aquele aroma de sabonete de morango me excitava a cada respirada. Minha língua passou desde os seios até as enormes coxas de ébano, bem definidas e malhadas daquela mulher gostosa.
Durante o ato ela me sugere que eu goze antes de começar a penetra-lá. Antes de fazer isso, coloquei ela de quatro, passei com bastante vontade a cabeça do meu pau e minhas bolas no centro do rabo gostoso dela, e de repente, peço ela para se ajoelhar no assoalho, eu coloco meu pênis entre seus deliciosos seios, ela vai me estimulando, estimulando, até eu ejacular ferozmente… A cena mais linda que já presenciei foi minha porra escorrendo pelos fartos seios daquela mulher. O líquido da ejaculação descia pelas mamas, se misturava entre a pele bronzeada.
Em seguida, ela senta com a buceta na minha vara, e começamos a fuder. Fizemos várias posições. Ficamos mais de duas horas transando a luz do teto do carro até eu gozar novamente nela.
Ela gemia bastante enquanto eu batia com minha vara na buceta carnuda. A parte mais gostosa foi quando ela gozou, no instante em que eu metia com força no cú dela!
Eu terminei o sexo enchendo a buceta de porra. Ela me confessou que se orgulhava tremendamente de ter passado aquelas horas sendo fudida, por um cacete de 23 centímetros, de ter se entregado em meus braços torneados. Era uma honra, como ela me disse, poder ir embora para casa com minha porra molhando sua calcinha. Puta gostosa!
Após o término, ainda no banco traseiro, colocamos nossas roupas, conversamos por algum tempo, e depois disso decidimos ir embora.
No entanto, quando começo a dirigir para sair do lugar, eu e Victória escutamos alto gritos vindos de fora do estacionamento!
Não tínhamos a mínima ideia do que estava acontecendo, entretanto, peguei meu revólver e munições no porta-luvas, amarrei com fita a lanterna em cima do cano da arma! Surpreendentemente, ela também tirou uma arma de dentro de sua bolsa, em seguida corremos para em direção da saída do estacionamento. Os gritos ficavam cada vez mais altos a medida que nos aproximávamos.
Assim que chegamos na saída do estacionamento, a mutos metros de distância, vemos a mulher e 4 homens perto de um carro que estava parado na porta da entrada principal do edifício. Lembrei me do ‘podcast’ que havia noticiado acerca dos quatro fugitivos. Era os presos que haviam escapado da prisão. Aquele carro, lógico, era roubado, sobretudo não sabíamos se era daquela mulher que estava nua e ensaguentada. Um dos criminosos estava segurando uma lanterna apontada para o corpo da vítima, isso nos permitiu ver que ela estava bastante ensaguentada. Eles haviam sequestrado ela, trouxeram até o sanatório, estupraram e agrediram durante muito tempo.
Antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, um dos infelizes sacou um revólver e disparou dois tiros na cabeça dela!
Aquela cena, nos deixou muito indignados e revoltosos. Não dava tempo de chamar a polícia, e, eles iriam fazer mais vítimas! Pedi a Victória que me desse seu revólver, sem relutância, ela me entregou. Com às duas armas em mãos, eu abri fogo contra o grupo, um havia tentado correr pela floresta, mas eu consegui abate-lo entre as árvores! Victória ficou em pânico por consequência daquele cenário caótico! Eu a acalmei e disse para ela ficar tranquila, argumentei para ela que são menos 4 estupradores no mundo e isso já fazia diferença para muitas pessoa! Eles estupraram e assassinaram uma mulher inocente, como também já cometeram tantas outras atrocidades que fiquei sabendo por intermédio ‘podcast’.
Eu não queria que nossa imagem fosse manchada. Entramos no carro e em seguida nos deslocamos até 6 quadras de distância. Parei meu carro em um lugar estratégico, cobri o rosto com o capuz, coloquei minhas luvas e andei alguns metros até chegar em uma cabine telefônica. La dentro liguei para a polícia, expliquei detalhe por detalhe absolutamente tudo que havia acorrido no sanatório abandonado. O policial que me atendeu parecia estar satisfeito com a notícia de que os fugitivos estavam mortos, notei uma satisfação quando ele me disse''ok, tenha uma ótima noite''. Coloquei o telefone no gancho, me retirei da cabine…
Enfim, estava começando a cair os primeiro flocos de neve enquanto andava até meu carro. O silêncio e o vento frio era as únicas coisas que ocupavam o espaço, não havia ninguém pelas ruas que pudesse testemunhar minha presença na cabine. Câmeras? Com certeza alguma do posto de gasolina havia me filmado entrando e saindo da cabine, porém o capuz dificultava minha identificação e sobretudo, a polícia não se preocupou em investigar quem matara os criminosos.
Assim que entrei no carro, pisei fundo no acelerador e desaparecemos no meio da chuva de neve! Levei Victória, me despedi dela e também fui para minha residência!
Depois desse episódio, ambos jamais voltamos no local dos eventos. Seguimos nossas vidas normalmente. Até hoje eu continuo realizando meus fetiches sexuais com várias mulheres e/ou prostitutas em lugares isolados, como: praias, ilhas, florestas. Minha vida sexual dispensa comentários!
domingo, 30 de julho de 2023
FUGITIVOS (PRIMEIRA VERSÃO)
Após pouco tempo dirigindo, chego a praça e encontro ela sentada no banco, me aguardando, como combinado. Ao se dar conta de que eu havia chegado, ela se levanta e vem em direção ao carro, abro a porta, ela entra, e em seguida nos beijamos.
Ambos estávamos com os nervos á flor da pele, eufóricos e com bastante tesão, portanto, decidimos pegar um atalho para chegarmos rapidamente ao local em que praticar˜íamos nossos atos sexuais!
Bem antes do carro afastar de perto da praça, ela começou a se despir de todas as suas roupas de frio e calçados, nessas alturas do campeonato meu pênis estava absurdamente ereto, o clima estava perversamente saliente, de modo que eu já estava tendo pré–ejaculação, todo lubrificado. Assim que eu paro o carro no estacionamento do sanatório que havia sido isolado, eu começo a tirar minhas roupas, com a ajuda da minha amiga, logo em seguida fomos freneticamente para o assento traseiro que comportava ate 7 pessoas! Enquanto ela fazia sexo oral em mim, eu estimulava o clitóris dela. Deitado no banco, eu chupava sua bunda, enquanto ela continuava o sexo oral em meu pênis.
Durante o ato ela me sugere bater uma punheta, para que o sexo demore mais tempo, e assim eu fiz. Coloquei ela de quatro, passei com bastante vontade a cabeça do meu pênis e minhas bolas no centro da bunda, e de repente comecei a me masturbar até encher o orifício dela com o meu esperma. Em seguida, começamos a penetração, e ficamos mais de duas horas transando até eu gozar novamente nela. Após terminar, colocamos nossas roupas, eu sentei no banco do motorista, ela no do passageiro, e então, antes de ligar o carro, vejo um sujeito vindo rapidamente em direção ao lado do passageiro, e o mais sinistro de tudo é que o desgraçado estava com um machado em posse! Tive tempo suficiente de avisar minha amiga sobre o evidente assassino que estava vindo. Falei para ela se acalmar! Naquele momento, única escapatória era sair correndo pela porta do motorista, e assim foi feito. Fugimos em disparada. O ambiente estava escuro, não podíamos nos arriscar entrar na floresta, portanto demos a volta pelo outro lado do edifício, e passamos pela entrada do sanatório que estava sem portas. Ambos conhecíamos o local, haja vista que não era nossa primeira vez que frequentávamos o lugar. Subimos em alta velocidade pela escadaria que conduzia aos andares de cima do prédio, iluminamos o caminho com a lanterna de nossos celulares. Conseguimos chegar no último andar de cima, entramos em uma sala, vimos algumas barras de ferro, tomamos posse dos objetos, as lanternas dos celulares foram apagadas e ficamos com os ouvidos atentos!
O maluco não conseguiu nos alcançar, fomos bastante ligeiros, até o momento estávamos ganhando pontos positivos. Ficamos em agonia a medida que ouvimos conversas e passos vindo da escadaria, mas de repente, os barulhos cessaram!
O pior de tudo daquela situação era que aquele homem com o machado não estava sozinho, uma vez que conseguimos escutar vozes de dois homens pela escadaria!
Talvez poderia haver mais deles pela parte de fora do prédio, ficamos com muita aflição com aquilo tudo que estava ocorrendo, mas não podíamos permanecer parados sem fazer nada. Vagarosamente, chegamos na beira da porta, e antes de começar a andar, peço a mulher para permanecer logo atrás de mim, com as lanternas dos celulares iluminando ao redor, enquanto eu ia pela frente, com uma barra de ferro. Estava determinado a lutar até a morte para defender nossas vidas. Sobretudo, por um milésimo de segundos, toda a situação muda!
De repente, escutamos o barulho do motor do carro, em seguida chegamos a uma janela que estava por perto, e, de cima do último andar, vemos um indivíduo entrando pelo banco do passageiro e logo depois o carro sai em disparada!
Saímos o mais depressa possível de dentro do prédio, ligamos para a polícia, prestamos depoimento na delegacia, e dois dias depois o carro foi encontrado abandonado em uma estrada! Os bandidos não foram localizados, porem fico alegre por eu e minha amiga ter conseguido escapar! Foi uma noite muito perigosa. Sobretudo, esse episódio não servirá como pretexto para que eu não volte novamente naquele local!
terça-feira, 25 de julho de 2023
O INVASIVO
Então, Ângela entra no carro, e às duas partem para o lugar combinado.
Enfim, após algumas horas, elas chegam na casa de campo que elas alugaram. O lugar, lógico, muito grande, bonito, isolado, localizado na área rural.
A vontade de se pegarem era tão enorme que, ambas já entraram na casa se despindo de suas vestes. As mulheres ficaram durante todo o dia transando. Realizam inúmeras seções de masturbação mútua, chuparam o ânus, buceta, realizaram incontáveis esfrega-esfrega na vagina uma da outra. O dia foi de bastante malicia, lubricidade, orgasmos, brincadeiras e prazeres sexuais. Foi uma belíssima de uma putaria, com tudo que tem direito em um sexo lésbico! Durante horas e horas, os gritos e gemidos de tesão vibravam pela atmosfera da casa, e aquilo era simplesmente maravilhoso, haja vista que a sensação de poder gemer, gritar a vontade, ficar pelado fazendo sexo em um espaço enorme é algo libertador. Era uma privacidade e liberdade bastante satisfatória. Assim que escureceu, às duas foram para o banho, e depois se dirigiram para a cozinha, com o intuito de preparar o jantar. Assim que fizeram a refeição, foram a sala para assistirem um filme de terror, ambas estavam semi nuas e abraçadas. Elas estavam tão exaustas que não demorou muito para cair no sono enquanto estavam deitadas no sofá.
Gradualmente, Jane vai se despertando, e, em simultâneo, sente uma dor estranha em seu rosto e algo pressionando sua boca, e, assim que abre os olhos, ela se dá conta de que a sua boca está amordaçada, como também que suas mãos estão presas em algemas, e que antes disso tudo havia sido golpeada, haja vista a dor que sentia na região da face. Mas quem havia feito aquilo? Onde estava Ângela? O que estava acontecendo?
A situação começou a assustá-la, e então ela se levanta em estado de choque, chorando de desespero, e começa a caminhar pela sala, vai até à cozinha, sobe as escadas, não encontra ninguém, e isso causa assombro em sua mente.
Ela nada podia fazer a não ser chorar e andar pela casa com a boca amordaçada e as mãos presas.
De repente, ela escuta a porta batendo, e se depara com um individuo todo de preto, usando máscara e luvas, que se dirigiu em sua direção, e a agarrou antes mesmo que ela tentasse uma vã tentativa de correr.
O criminoso a joga no sofá, e fica lhe encarando sem dizer nada, e momentos depois ele tira a mordaça da boca da mulher, e aponta um revólver para sua cabeça, ameaçando estourar seus miolos caso ela gritasse ou fizesse indagações.
O sujeito joga a arma no chão, abaixa suas calças e tenta estuprar Jane, porem Ângela, que havia conseguido escapar do homem que outrora lhe perseguia pela floresta, chegou de repente na casa e bateu na perna do homem com um taco de baseball e em seguida bate mais uma vez, acertando na cara, fazendo o infeliz desmaiar. Jane, ficou aliviada por sua namorada ter conseguido escapar e salvado ela de ter sido violentada pelo desgraçado. Ângela pega as chaves no bolso do homem e desprende Jane das algemas. Ao tirarem a máscara da face do homem, elas ficam perplexas ao perceberem que o maniaco era o mesmo homem que havia arrendado a casa para elas!
As mulheres contataram a polícia, e dentro de pouco tempo dois carros policiais e uma ambulância chegaram ao local do crime. O criminoso foi levado ao hospital, para depois ser encaminhado a prisão. As mulheres, vestiram roupas, e foram encaminhadas para a delegacia prestar depoimento, e enquanto isso alguns agentes que ficaram no local, vasculhando a residência, encontraram câmeras escondidas em vários pontos diferentes da casa.
Por horas, Ângela e Jane foram assistidas fazendo sexo. O sujeito, após perceber que as mulheres haviam dormido, ele tinha se adiantado em invadir a casa, e uma vez invadido, ele golpeou as mulheres, e enquanto estavam desacordadas, ele algemou e amordaçou Jane, contudo o golpe dado em Ângela não foi muito suficiente para deixa-la inconsciente, ao passo que Ângela acordou e conseguiu sair correndo pela noite, para escapar do homem criminoso, que também sai correndo para captura-lá.
As autoridades foram a casa do lunático, lá encontram inúmeras gravações de pessoas que haviam arrendado o imóvel. O ''voyeur'' se divertia espionando pessoas transando, ele nunca havia cometido crimes, todavia decidiu tentar atacar às duas mulheres que estavam dormindo no imóvel por ele alugado.
Após saírem da delegacia, elas dirigiram para um motel, comemoraram a vitória com bastante putaria!
Essa historia deixa claro de que a privacidade é algo que pode ser violada facilmente, sem que as vítimas percebam. Ilustra também que, infelizmente, existem pessoas que são capazes de violar a privacidade e os direitos pessoais de terceiros.
CANCELANDO A MONOTONIA
Eu me chamo Alana, tenho 32 anos. Sou poliglota, trabalho para empresas estrangeiras. Tenho 1,90, negra, cabelos ondulados, corpo bem malhad...