domingo, 30 de julho de 2023

FUGITIVOS (PRIMEIRA VERSÃO)

Inesperadamente, depois de uns 10 minutos olhando para a tela do celular aberto no WhatsApp, vejo a seta da mensagem ficando azul! Ela havia  visualizado minha mensagem, e em seguida me enviou um  áudio alegando estar me esperando na praça  que se localizava  uns dois quarteirões de sua casa.  Minha janela estava aberta, e percebi que a noite estava muito fria, céu nublado e com intensas rajadas de vento, sendo assim, coloquei uma jaqueta, luvas e botas, sai do meu quarto, fui em direção á sala, peguei minhas chaves penduradas na parede, abri a garagem; entrei no carro e na sequência  dirigi ao local em que minha amiga havia combinado de me encontrar!

Após pouco tempo dirigindo, chego a praça e encontro  ela sentada no banco, me aguardando, como combinado. Ao se dar conta de que eu havia chegado, ela se levanta e vem em direção ao carro, abro a porta, ela entra, e em seguida nos beijamos.
Ambos estávamos com os nervos á flor da pele, eufóricos e com bastante tesão, portanto, decidimos  pegar um atalho para chegarmos  rapidamente ao local em que praticar˜íamos nossos  atos sexuais!
Bem antes do carro afastar de perto da praça, ela começou a se despir de todas as suas roupas de frio e calçados, nessas alturas do campeonato meu pênis estava absurdamente ereto, o clima estava perversamente saliente, de modo que eu já estava tendo pré–ejaculação, todo lubrificado. Assim que eu paro o carro no estacionamento do sanatório que havia sido isolado, eu começo a tirar minhas roupas, com a ajuda da minha amiga, logo em seguida fomos freneticamente para o assento traseiro que comportava ate 7  pessoas! Enquanto ela fazia sexo oral em mim, eu estimulava o clitóris dela. Deitado no banco, eu chupava sua bunda, enquanto ela continuava o sexo oral em meu pênis.
Durante o ato ela me sugere bater uma punheta, para que o sexo demore mais tempo, e assim eu fiz.  Coloquei ela de quatro, passei com bastante vontade a cabeça do meu pênis e minhas bolas no centro da bunda, e de repente comecei a me masturbar até encher  o orifício dela com o meu esperma. Em seguida, começamos a penetração, e  ficamos mais de duas horas transando até eu gozar novamente nela. Após terminar, colocamos nossas roupas, eu sentei no banco do motorista, ela no do passageiro, e então, antes de ligar o carro, vejo um sujeito vindo rapidamente em direção ao lado  do passageiro, e o mais sinistro de tudo é que o desgraçado estava com um machado em posse! Tive tempo suficiente de avisar minha amiga sobre o evidente assassino que estava vindo. Falei para ela se acalmar! Naquele momento,  única escapatória era sair correndo  pela porta  do motorista, e assim foi feito.  Fugimos em disparada. O ambiente estava escuro, não podíamos nos arriscar entrar na floresta, portanto  demos a volta pelo outro lado do  edifício, e passamos pela entrada do sanatório que estava sem portas. Ambos conhecíamos o local, haja vista que não era nossa primeira vez que frequentávamos o lugar. Subimos em alta velocidade pela escadaria que conduzia aos andares de cima do prédio, iluminamos o caminho com a lanterna de nossos celulares. Conseguimos chegar no último andar de cima, entramos em uma sala,  vimos algumas barras de ferro, tomamos posse dos objetos,  as lanternas dos celulares foram apagadas e ficamos com os ouvidos atentos!
O maluco não conseguiu nos alcançar, fomos bastante ligeiros, até o momento estávamos ganhando pontos positivos. Ficamos em agonia a medida que ouvimos conversas e passos vindo da escadaria, mas de repente, os barulhos cessaram!
O pior de tudo daquela situação era que aquele homem com o machado não estava sozinho, uma vez que conseguimos escutar vozes de  dois homens pela escadaria!
Talvez poderia haver mais deles pela parte de fora do prédio, ficamos com muita aflição com aquilo tudo que estava ocorrendo, mas não podíamos permanecer parados sem fazer nada. Vagarosamente, chegamos na beira da porta, e antes de começar a andar, peço a mulher para permanecer logo atrás de mim, com as lanternas dos celulares iluminando ao redor, enquanto eu ia pela frente, com uma barra de ferro. Estava determinado a lutar até a morte para defender nossas vidas. Sobretudo, por um milésimo de segundos, toda a  situação muda!
De repente, escutamos  o barulho do motor do carro, em seguida chegamos a uma janela que estava por perto, e, de cima  do último andar,  vemos um indivíduo entrando pelo banco do passageiro e logo depois o carro sai em disparada!
Saímos o mais depressa possível de dentro do prédio, ligamos para a polícia, prestamos depoimento na delegacia, e dois dias depois o carro foi encontrado abandonado em uma estrada! Os bandidos não foram localizados, porem fico alegre por  eu e minha amiga ter conseguido escapar! Foi uma noite muito perigosa. Sobretudo, esse episódio não servirá como pretexto para que eu não volte novamente naquele local!







terça-feira, 25 de julho de 2023

O INVASIVO

Jane, impulsionada pela pressa e ânsia, pressionava com ímpeto a buzina de seu carro, parado em frente da casa de Ângela. Durante esse intervalo, a mulher na casa estava terminando de passar seu batom vermelho em seus lábios, e logo após terminar, ela  fecha as portas e janelas da casa, sai pela porta dos fundos, contorna o jardim, caminha vagarosamente pela calçada, e de súbito, se aproxima da porta do carro, empoem  as mãos na abertura do passageiro, abaixa a cabeça, e olha sorridente para a motorista, que estava distraída! A priori, ela se assusta, pensou que fosse um estranho. Era quem ela tanto esperava.
Então, Ângela entra no carro, e às duas partem para o lugar combinado.
Enfim, após algumas horas, elas chegam na casa de campo que elas alugaram. O lugar, lógico, muito grande, bonito, isolado, localizado na área rural.
A vontade de se pegarem era tão enorme que, ambas já entraram  na casa se despindo de suas vestes. As mulheres  ficaram durante todo o dia transando. Realizam inúmeras seções de masturbação  mútua, chuparam  o  ânus, buceta, realizaram incontáveis esfrega-esfrega na vagina uma da outra. O dia foi de bastante malicia, lubricidade, orgasmos, brincadeiras e prazeres sexuais. Foi uma belíssima de uma putaria, com tudo que tem direito em um sexo lésbico! Durante horas e horas, os gritos e gemidos de tesão vibravam pela atmosfera da casa, e aquilo era simplesmente maravilhoso, haja  vista que a sensação de poder gemer, gritar a vontade, ficar pelado fazendo sexo em um espaço enorme é algo libertador. Era uma privacidade e liberdade bastante satisfatória. Assim que escureceu, às duas foram para o banho, e depois se dirigiram  para a cozinha, com o intuito de preparar o jantar. Assim que fizeram a refeição, foram a sala para assistirem um filme de terror, ambas estavam semi nuas e abraçadas.  Elas estavam tão exaustas que não demorou muito para cair no sono enquanto estavam deitadas no sofá.
Gradualmente,  Jane vai se despertando, e, em simultâneo, sente uma dor estranha em seu rosto e algo pressionando sua boca, e, assim que abre os olhos, ela  se dá conta de que a sua boca está amordaçada, como também que suas  mãos estão presas em algemas, e que antes disso tudo havia sido golpeada, haja vista a dor que sentia na região da face. Mas quem havia feito aquilo? Onde estava Ângela? O que estava acontecendo?
A situação começou a assustá-la,  e então ela se levanta  em estado de choque, chorando de desespero, e começa a caminhar pela sala, vai até à cozinha, sobe as escadas, não encontra ninguém, e isso causa  assombro em sua mente.
Ela nada podia fazer a não ser chorar e andar pela casa com a boca  amordaçada  e as mãos presas.
De repente, ela escuta a porta batendo, e se depara com um individuo todo de preto, usando máscara e luvas, que  se dirigiu em sua direção, e a agarrou antes mesmo que ela tentasse uma vã tentativa de correr.
O criminoso  a joga no sofá, e fica lhe encarando sem dizer nada, e momentos depois ele tira a mordaça da boca da mulher, e aponta um revólver para sua cabeça, ameaçando  estourar seus miolos caso ela gritasse  ou fizesse indagações.
O sujeito joga a arma no chão, abaixa suas calças e tenta estuprar Jane, porem Ângela, que havia conseguido escapar do homem que outrora lhe perseguia pela floresta, chegou de repente na casa  e bateu  na perna do  homem com  um taco de  baseball e em seguida  bate mais uma vez, acertando na cara, fazendo o infeliz desmaiar. Jane, ficou aliviada por sua namorada ter conseguido escapar e  salvado ela de ter sido violentada pelo desgraçado. Ângela pega as chaves no bolso do homem e desprende Jane das algemas.  Ao tirarem a máscara da face do homem, elas  ficam perplexas  ao perceberem que o maniaco era o mesmo homem que havia arrendado a casa para elas!
As mulheres contataram a polícia, e dentro de pouco tempo dois carros policiais e uma ambulância chegaram ao local do crime. O criminoso foi levado ao hospital, para depois ser encaminhado a prisão.  As mulheres, vestiram roupas, e foram encaminhadas para a  delegacia prestar depoimento, e enquanto isso alguns agentes que ficaram no local, vasculhando a residência, encontraram câmeras escondidas em vários pontos diferentes da casa.
Por horas, Ângela e Jane foram assistidas fazendo sexo.  O sujeito, após perceber que as mulheres haviam dormido, ele tinha se adiantado em invadir a casa, e uma vez invadido, ele  golpeou as mulheres, e enquanto estavam desacordadas, ele algemou e amordaçou Jane, contudo  o golpe dado em Ângela não foi muito suficiente para deixa-la inconsciente, ao passo que  Ângela  acordou  e conseguiu sair  correndo pela noite, para escapar do homem criminoso, que também sai correndo para captura-lá.
As autoridades foram a casa do  lunático, lá encontram inúmeras gravações de pessoas que haviam arrendado o imóvel. O ''voyeur''  se divertia espionando pessoas transando, ele nunca havia cometido crimes, todavia decidiu tentar atacar às duas mulheres que estavam dormindo no imóvel por ele alugado.
Após saírem da delegacia, elas dirigiram para um motel, comemoraram a vitória com bastante putaria!
Essa historia deixa claro de que a privacidade é algo que pode ser violada facilmente, sem que as vítimas percebam.  Ilustra também  que, infelizmente, existem pessoas que são capazes de violar a privacidade e os direitos pessoais de terceiros. 


CANCELANDO A MONOTONIA

Eu me chamo Alana, tenho 32 anos. Sou poliglota, trabalho para empresas estrangeiras. Tenho 1,90, negra, cabelos ondulados, corpo bem malhad...