Jane, impulsionada pela pressa e ânsia, pressionava com ímpeto a buzina de seu carro, parado em frente da casa de Ângela. Durante esse intervalo, a mulher na casa estava terminando de passar seu batom vermelho em seus lábios, e logo após terminar, ela fecha as portas e janelas da casa, sai pela porta dos fundos, contorna o jardim, caminha vagarosamente pela calçada, e de súbito, se aproxima da porta do carro, empoem as mãos na abertura do passageiro, abaixa a cabeça, e olha sorridente para a motorista, que estava distraída! A priori, ela se assusta, pensou que fosse um estranho. Era quem ela tanto esperava.
Então, Ângela entra no carro, e às duas partem para o lugar combinado.
Enfim, após algumas horas, elas chegam na casa de campo que elas alugaram. O lugar, lógico, muito grande, bonito, isolado, localizado na área rural.
A vontade de se pegarem era tão enorme que, ambas já entraram na casa se despindo de suas vestes. As mulheres ficaram durante todo o dia transando. Realizam inúmeras seções de masturbação mútua, chuparam o ânus, buceta, realizaram incontáveis esfrega-esfrega na vagina uma da outra. O dia foi de bastante malicia, lubricidade, orgasmos, brincadeiras e prazeres sexuais. Foi uma belíssima de uma putaria, com tudo que tem direito em um sexo lésbico! Durante horas e horas, os gritos e gemidos de tesão vibravam pela atmosfera da casa, e aquilo era simplesmente maravilhoso, haja vista que a sensação de poder gemer, gritar a vontade, ficar pelado fazendo sexo em um espaço enorme é algo libertador. Era uma privacidade e liberdade bastante satisfatória. Assim que escureceu, às duas foram para o banho, e depois se dirigiram para a cozinha, com o intuito de preparar o jantar. Assim que fizeram a refeição, foram a sala para assistirem um filme de terror, ambas estavam semi nuas e abraçadas. Elas estavam tão exaustas que não demorou muito para cair no sono enquanto estavam deitadas no sofá.
Gradualmente, Jane vai se despertando, e, em simultâneo, sente uma dor estranha em seu rosto e algo pressionando sua boca, e, assim que abre os olhos, ela se dá conta de que a sua boca está amordaçada, como também que suas mãos estão presas em algemas, e que antes disso tudo havia sido golpeada, haja vista a dor que sentia na região da face. Mas quem havia feito aquilo? Onde estava Ângela? O que estava acontecendo?
A situação começou a assustá-la, e então ela se levanta em estado de choque, chorando de desespero, e começa a caminhar pela sala, vai até à cozinha, sobe as escadas, não encontra ninguém, e isso causa assombro em sua mente.
Ela nada podia fazer a não ser chorar e andar pela casa com a boca amordaçada e as mãos presas.
De repente, ela escuta a porta batendo, e se depara com um individuo todo de preto, usando máscara e luvas, que se dirigiu em sua direção, e a agarrou antes mesmo que ela tentasse uma vã tentativa de correr.
O criminoso a joga no sofá, e fica lhe encarando sem dizer nada, e momentos depois ele tira a mordaça da boca da mulher, e aponta um revólver para sua cabeça, ameaçando estourar seus miolos caso ela gritasse ou fizesse indagações.
O sujeito joga a arma no chão, abaixa suas calças e tenta estuprar Jane, porem Ângela, que havia conseguido escapar do homem que outrora lhe perseguia pela floresta, chegou de repente na casa e bateu na perna do homem com um taco de baseball e em seguida bate mais uma vez, acertando na cara, fazendo o infeliz desmaiar. Jane, ficou aliviada por sua namorada ter conseguido escapar e salvado ela de ter sido violentada pelo desgraçado. Ângela pega as chaves no bolso do homem e desprende Jane das algemas. Ao tirarem a máscara da face do homem, elas ficam perplexas ao perceberem que o maniaco era o mesmo homem que havia arrendado a casa para elas!
As mulheres contataram a polícia, e dentro de pouco tempo dois carros policiais e uma ambulância chegaram ao local do crime. O criminoso foi levado ao hospital, para depois ser encaminhado a prisão. As mulheres, vestiram roupas, e foram encaminhadas para a delegacia prestar depoimento, e enquanto isso alguns agentes que ficaram no local, vasculhando a residência, encontraram câmeras escondidas em vários pontos diferentes da casa.
Por horas, Ângela e Jane foram assistidas fazendo sexo. O sujeito, após perceber que as mulheres haviam dormido, ele tinha se adiantado em invadir a casa, e uma vez invadido, ele golpeou as mulheres, e enquanto estavam desacordadas, ele algemou e amordaçou Jane, contudo o golpe dado em Ângela não foi muito suficiente para deixa-la inconsciente, ao passo que Ângela acordou e conseguiu sair correndo pela noite, para escapar do homem criminoso, que também sai correndo para captura-lá.
As autoridades foram a casa do lunático, lá encontram inúmeras gravações de pessoas que haviam arrendado o imóvel. O ''voyeur'' se divertia espionando pessoas transando, ele nunca havia cometido crimes, todavia decidiu tentar atacar às duas mulheres que estavam dormindo no imóvel por ele alugado.
Após saírem da delegacia, elas dirigiram para um motel, comemoraram a vitória com bastante putaria!
Essa historia deixa claro de que a privacidade é algo que pode ser violada facilmente, sem que as vítimas percebam. Ilustra também que, infelizmente, existem pessoas que são capazes de violar a privacidade e os direitos pessoais de terceiros.
Então, Ângela entra no carro, e às duas partem para o lugar combinado.
Enfim, após algumas horas, elas chegam na casa de campo que elas alugaram. O lugar, lógico, muito grande, bonito, isolado, localizado na área rural.
A vontade de se pegarem era tão enorme que, ambas já entraram na casa se despindo de suas vestes. As mulheres ficaram durante todo o dia transando. Realizam inúmeras seções de masturbação mútua, chuparam o ânus, buceta, realizaram incontáveis esfrega-esfrega na vagina uma da outra. O dia foi de bastante malicia, lubricidade, orgasmos, brincadeiras e prazeres sexuais. Foi uma belíssima de uma putaria, com tudo que tem direito em um sexo lésbico! Durante horas e horas, os gritos e gemidos de tesão vibravam pela atmosfera da casa, e aquilo era simplesmente maravilhoso, haja vista que a sensação de poder gemer, gritar a vontade, ficar pelado fazendo sexo em um espaço enorme é algo libertador. Era uma privacidade e liberdade bastante satisfatória. Assim que escureceu, às duas foram para o banho, e depois se dirigiram para a cozinha, com o intuito de preparar o jantar. Assim que fizeram a refeição, foram a sala para assistirem um filme de terror, ambas estavam semi nuas e abraçadas. Elas estavam tão exaustas que não demorou muito para cair no sono enquanto estavam deitadas no sofá.
Gradualmente, Jane vai se despertando, e, em simultâneo, sente uma dor estranha em seu rosto e algo pressionando sua boca, e, assim que abre os olhos, ela se dá conta de que a sua boca está amordaçada, como também que suas mãos estão presas em algemas, e que antes disso tudo havia sido golpeada, haja vista a dor que sentia na região da face. Mas quem havia feito aquilo? Onde estava Ângela? O que estava acontecendo?
A situação começou a assustá-la, e então ela se levanta em estado de choque, chorando de desespero, e começa a caminhar pela sala, vai até à cozinha, sobe as escadas, não encontra ninguém, e isso causa assombro em sua mente.
Ela nada podia fazer a não ser chorar e andar pela casa com a boca amordaçada e as mãos presas.
De repente, ela escuta a porta batendo, e se depara com um individuo todo de preto, usando máscara e luvas, que se dirigiu em sua direção, e a agarrou antes mesmo que ela tentasse uma vã tentativa de correr.
O criminoso a joga no sofá, e fica lhe encarando sem dizer nada, e momentos depois ele tira a mordaça da boca da mulher, e aponta um revólver para sua cabeça, ameaçando estourar seus miolos caso ela gritasse ou fizesse indagações.
O sujeito joga a arma no chão, abaixa suas calças e tenta estuprar Jane, porem Ângela, que havia conseguido escapar do homem que outrora lhe perseguia pela floresta, chegou de repente na casa e bateu na perna do homem com um taco de baseball e em seguida bate mais uma vez, acertando na cara, fazendo o infeliz desmaiar. Jane, ficou aliviada por sua namorada ter conseguido escapar e salvado ela de ter sido violentada pelo desgraçado. Ângela pega as chaves no bolso do homem e desprende Jane das algemas. Ao tirarem a máscara da face do homem, elas ficam perplexas ao perceberem que o maniaco era o mesmo homem que havia arrendado a casa para elas!
As mulheres contataram a polícia, e dentro de pouco tempo dois carros policiais e uma ambulância chegaram ao local do crime. O criminoso foi levado ao hospital, para depois ser encaminhado a prisão. As mulheres, vestiram roupas, e foram encaminhadas para a delegacia prestar depoimento, e enquanto isso alguns agentes que ficaram no local, vasculhando a residência, encontraram câmeras escondidas em vários pontos diferentes da casa.
Por horas, Ângela e Jane foram assistidas fazendo sexo. O sujeito, após perceber que as mulheres haviam dormido, ele tinha se adiantado em invadir a casa, e uma vez invadido, ele golpeou as mulheres, e enquanto estavam desacordadas, ele algemou e amordaçou Jane, contudo o golpe dado em Ângela não foi muito suficiente para deixa-la inconsciente, ao passo que Ângela acordou e conseguiu sair correndo pela noite, para escapar do homem criminoso, que também sai correndo para captura-lá.
As autoridades foram a casa do lunático, lá encontram inúmeras gravações de pessoas que haviam arrendado o imóvel. O ''voyeur'' se divertia espionando pessoas transando, ele nunca havia cometido crimes, todavia decidiu tentar atacar às duas mulheres que estavam dormindo no imóvel por ele alugado.
Após saírem da delegacia, elas dirigiram para um motel, comemoraram a vitória com bastante putaria!
Essa historia deixa claro de que a privacidade é algo que pode ser violada facilmente, sem que as vítimas percebam. Ilustra também que, infelizmente, existem pessoas que são capazes de violar a privacidade e os direitos pessoais de terceiros.
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